Igreja de Brasília celebra Tríduo Pascal na Catedral

A Arquidiocese de Brasília convida a comunidade a participar do Tríduo Pascal que será realizado na Catedral Metropolitana de Brasília.

O Tríduo Pascal é a preparação para a Páscoa, tendo início na Quinta-Feira Santa, com a Missa Vespertina da Ceia do Senhor, e seguindo até o Domingo de Páscoa, celebrada no domingo, 05/04. O cume acontece no sábado, véspera da Ressurreição do Senhor, durante a Vigília Pascal.

No decorrer desses três dias preparatórios, serão realizadas missas especiais na Igreja Mãe de Brasília, presididas pelo arcebispo e pelos bispos auxiliares. Veja a programação:


Celebrações durante o Tríduo

Na Quinta-feira, dia da Instituição da Eucaristia, do Lava-pés, a Igreja canta o "Ubi caritas" e se alegra, pois, 'onde está a caridade', o amor, Deus aí está.

Governo vai segurar as nomeações

As esperanças dos servidores de aumentar o número de concursos públicos e de convocações para repor o quadro de pessoal — uma das reivindicações da campanha salarial de 2015 — não deverão se concretizar tão cedo. Ontem, em pronunciamento na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), do Senado, o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, deixou claro que o ajuste das contas públicas é prioridade e, em consequência, as nomeações tendem a ser postergadas para não atrapalhar o esforço da equipe econômica em atingir a meta de superavit primário (economia para pagar os juros da dívida), de R$ 55,3 bilhões no caso do governo federal.

“Já fiz vários concursos e entendo a ansiedade. A intenção é efetivarmos os concursados o mais rápido possível, mas dentro de nossa limitação fiscal. O governo administra a velocidade de admissão conforme o prazo de validade dos certames e a execução orçamentária”, disse Barbosa. Como exemplo, citou o concurso para auditor-fiscal, válido até julho. Mas não indicou quando ou quantas pessoas serão chamadas. 

O ministro afirmou ainda que reestruturações de carreiras serão tratadas com cautela. Ao responder a uma indagação do senador Hélio José (PSD/DF) sobre a equiparação salarial dos analistas de infraestrutura a servidores que exercem funções semelhantes na Esplanada, Barbosa afirmou que o tema será tratado em bloco. “As negociações que envolvem salários e carreiras serão em conjunto”, resumiu. 

Barbosa revelou que não há intenção de reduzir nem o número de ministérios e nem a quantidade de cargos de confiança. “Alguns ministérios foram criados para dar mais relevância a alguns assuntos. Foi uma decisão política. Eles representam muito pouco em termos de gasto adicional em relação à importância política que têm”, disse.

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O nível de proficiência da população brasileira em outros idiomas continua baixo. Segundo um levantamento feito pela Michael Page, empresa de recrutamento, apenas 25% dos profissionais contratados pela empresa em 2014 falavam espanhol fluente ou apresentavam um nível avançado no idioma. Em outras línguas a situação é ainda pior: apenas 3% conseguem se comunicar em francês, 2% em alemão e 0% em chinês.

No currículo, o inglês não é mais considerado um diferencial. "No mercado de trabalho atual, o conhecimento do inglês é quesito eliminatório nos processos seletivos", diz Fábio Cunha, gerente executivo da Michael Page. Em relação a cargos executivos, 80% das vagas demandam conhecimento de inglês. Um segundo idioma é, portanto, um diferencial valorizado pelas empresas. "Um bom repertório em outros idiomas, muitas vezes, pode demonstrar uma habilidade comunicativa do candidato", diz Cunha.

Além disso, a fluência em outros idiomas pode impactar no holerite. Segundo pesquisa salarial da empresa de consultoria Catho, o inglês no currículo de profissionais juniores, plenos e sêniores pode aumentar em até 81,79% o salário em comparação a profissionais que não falam o idioma. No nível de gerência, o aumento é de 64,35%.

Rollemberg, o não tão bem amado assim e o seu Paraguaçu


Não é de hoje que ouvimos dizer que a vida imita a arte. Bom quando a arte faz rir e enriquece culturalmente um povo. Quando não, a arte é trágica.

Analisando a novela do anúncio dos novos administradores regionais, com as mudanças nas regionais administrativas, as frustrações pessoais e, mais grave, de grande maioria das comunidades, as traições, novamente à grande parte da população, promessas não cumpridas, compromissos não honrados, invenção meio bufa e meio trágica de um parlamentarismo com a concentração de poderes em mãos de um fofão(no sentido feio mesmo e assustador) de 1º ministro sem votos, um secretariado de 23 nomes com 18 “ungidos” no gabinete do “1º ministro fofão”, e mais alguns elementos característicos dos melhores roteiros de uma boa novela, daquelas que bem satirizam a vida das piores e das melhores cortes, fiz uma viagem no tempo e conseguindo me livrar, com muita insistência, confesso, do formato mexicano de novela, caí em O Bem Amado, do genial Dias Gomes.

Para entenderam a minha escolha, sugiro aos mais jovens buscarem apenas poucos capítulos da novela e já irão compreender o que afirmo. Como em releituras de grandes obras a imaginação rola solta, e para criar mais suspense imagine-se que neste o bem amado, o coronel não estaria, pelo menos no momento, tão bem amado assim e, não seria o próprio o Paraguaçu. Para este papel foi escalado um ator, com o mesmo nome, para interpretar o papel de mandatário da região mais rica dessa Sucupira.

Jovem síndico profissional

O Síndico

Paulo Roberto Melo é um Síndico Profissional preparado para administrar condomínios dos mais diversos padrões e níveis de complexidade. A sua experiência permite solucionar todas as situações de gestão condominial. Sua história começou por acaso em dezembro de 2011, quando assumiu o Condomínio Edifício Anya, sendo que no 1º semestre de 2012 vendo a necessidade de especialização conseguiu a criação do curso de formação de síndicos oferecido pela administração de Brasília, com essa ideia ele fez o curso sendo aluno destaque, se tornou coordenador do curso já na segunda turma é fez outras seis turmas do curso como coordenador formando mais de mil pessoas nos cursos de formação para síndicos. Participou de vários cursos, palestras e eventos relacionados com administração de condomínios, destacando-se no Encontro Nacional de Administração de Condomínios em Salvador em 2012 e Brasília em 2013, quando ganhou o prêmio DESTAQUE de 2012, pela implantação em seu condomínio o Projeto Eco Óleo. Atualmente é presidente da Associação de Síndicos e Subsíndicos do Distrito Federal e Região Metropolitana - ASSOSÍNDICOS/DF, hoje associação importante no DF que já conta com aproximadamente três mil síndicos associados por livre espontânea vontade, na ASSOSÍNDICOS/DF ele lançou é está em funcionamento mais de 18 programas que beneficia do síndico aos funcionários de condomínios. Paulo atua hoje no Condomínio do Edifício Anya na Asa Sul e no Condomínio do Edifício Athenas em Taguatinga.




Vantagens de eleger um síndico profissional


A principal vantagem em eleger um síndico profissional é a imparcialidade, não havendo envolvimento com vizinhos e empregados, outra vantagem é que não existe vinculo empregatício, tratando-se de uma eleição em assembleia ordinária ou extraordinária nos mesmos moldes como se fosse um condômino, apenas assumindo uma postura profissional.


Acompanhamento diário da vida condominial em tempo hábil.


Elaboração de normas de normas de segurança e treinamento de pessoal.


Redução de despesas condominiais.


Acompanhamento do trabalho da Administradora.


Filosofia
Promover a qualidade de vida colaborando para uma convivência mais humana e harmoniosa. Sua meta é tornar mais segura, econômica e agradável á vida condominial.


Responsabilidade e compromisso com os condôminos
Tem profundo respeito pelo patrimônio dos condôminos, não faz concessões que coloquem em risco este patrimônio e trabalha qualificando processos e pessoas para garantir o cumprimento deste compromisso.


Valorizando o ser Humano o 
Condôminos, prestadores de serviço, equipe funcional das administradoras de condomínio recebem todo seu respeito e cordialidade.


Negociação
O Síndico Profissional consegue negociar produtos e serviços, obtendo resultados compensadores para os condôminos.


Prerrogativas
Desenvolver novas ideias, para que sejam ouvidas, debatidas. Observando que a criatividade aliada à experiência é o segredo da liderança e do sucesso.


Experiência
A experiência profissional permite um planejamento e controle das contas.


Manutenção preventiva a 
Os condomínios devem fazer a manutenção preventiva da estrutura, que é realizada periodicamente por um profissional da área.


Administração
A administração feita por um síndico profissional gera mais economia, com mais organização financeira para o condomínio evitando cotas extras.


Manutenção preventiva a 
Os condomínios devem fazer a manutenção preventiva da estrutura, que é realizada periodicamente por um profissional da área.



Redução de despesas condominiais
Avaliando o balancete do condomínio, e apurando todas as despesas e desenvolvendo um plano de redução de cada uma delas.


Legislação

A lei 4591/64, que regula o funcionamento global dos condomínios e, após Janeiro/2003, o Novo Código Civil, deu amparo ao exercício da função de síndico profissional, como pode ser visto no seu artigo 1347, onde está especificado, “A Assembleia escolherá um síndico, que poderá não ser condômino, por prazo não superior a dois anos, o qual poderá renovar-se”. Desta forma a Assembleia Geral do Condomínio, pode perfeita e legalmente atribuir a terceiros as responsabilidades da função de síndico, desobrigando que um condômino assuma a função de síndico, contribuindo para que nas assembleias de eleição de síndico, ninguém fique com a preocupação de assumir sem ter a mínima vontade e responsabilidade que a função exige.


Pulo Roberto Melo Síndico Profissional
PRM Síndico Profissional
Síndico Profissional DF



Síndico Profissional BSB

Mais saúde à mesa dos brasileiros

Mais da metade dos brasileiros (50,8%) estão acima do peso ideal e, destes, 17,5% são obesos. De acordo com dados da pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico de 2013, os números são 19% e 48%, respectivamente, superiores aos registrados em 2006. A obesidade é considerada fator de risco para doenças crônicas como diabetes e hipertensão e para alguns cânceres.

Baseado no dados, o Ministério da Saúde lançou ontem o Guia Alimentar para a População Brasileira. A pasta produziu um documento sugerindo ao brasileiro dar preferência a uma alimentação caseira e fresca, além de evitar produtos ultraprossessados, como salgadinhos de pacotes, macarrão instantâneo e refrigerantes. A publicação tem 152 duas páginas e será distribuída em escolas e unidades de saúde. O ministério também dispobilizou uma versão on-line no site.

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, ressaltou que a obra tem linguagem acessível. “O guia se transforma cada vez mais em um instrumento de educação para a alimentação saudável”, disse. “Ele passa a ser um manual que prioriza a qualidade dos alimentos ingeridos. Não há mais, por exemplo, uma predefinição de porções”, disse o ministro referindo-se ao formato das orientações anteriores, que trabalhava com grupos alimentares e porções recomendadas de carboidratos e proteínas.

Lançado em 2006, o primeiro guia era de difícil compreensão mesmo para profissionais de saúde, de acordo com o ministro. Desta vez, a publicação é ilustrada e de linguagem mais clara. O guia também valoriza, de acordo com Chioro, os hábitos culturais dos brasileiros. O prato mais comum na mesa dos brasileiros — com arroz, feijão, salada e uma carne — foi bem recomendado pela pasta. A restrição é mais pelo modo de preparo. Orienta-se que a utilização de óleo, gordura, sal e açúcar seja sempre em pequenas quantidades.

CNBB organizara debate de presidenciáveis

O Brasil carece de um “projeto de nação”, no entender do presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Raymundo Damasceno. A pouco mais de duas semanas do debate de presidenciáveis organizado pela entidade — marcado para o próximo dia 16, em Aparecida (SP) —, o cardeal concedeu uma entrevista exclusiva e disse que não adiantam iniciativas isoladas por parte de quem está à frente do país. “Temos um problema grave: falta um projeto de nação”, disparou, evitando críticas diretas ao atual governo.

Reafirmando a postura neutra da Igreja na corrida eleitoral, dom Damasceno avaliou que teve “pouco contato” com a presidente Dilma ao longo do mandato e lembrou que o eleitor é livre para fazer as próprias escolhas. “Não há acepção de pessoas”, pontuou, quando perguntado sobre se há orientação para que católicos votem em candidatos da mesma religião. “A orientação é para que se vote em sintonia com valores e princípios que defendemos”, acrescentou.

O presidente da CNBB não acredita que temas como aborto e casamentos entre pessoas do mesmo sexo tenham um peso grande nestas eleições. “Todos já sabem o que a Igreja pensa”, justificou ele, que também cobrou coerência dos “políticos de fé”. De maneira firme, dom Damasceno, amigo do papa Francisco, afirmou que a Igreja Católica não se preocupa em fortalecer bancada no Congresso Nacional. “Não precisamos dessa divisão”, sublinhou. Confira os principais trechos da entrevista, em que o cardeal também critica os padres candidatos e o desrespeito à Lei da Ficha Limpa.

A Igreja Católica, mesmo que não oficialmente, tem candidato a presidente da República?
Não. A Igreja respeita a liberdade do eleitor e convida as pessoas de fé a não terem medo da política.

Mas há preferências. Não existe um candidato que se encaixe melhor nesse perfil?
Não assumimos posição político-partidária. O que temos tentado fazer é encorajar os eleitores. Não se pode continuar com aquele pensamento de que “política é coisa de ladrão e corrupto”, “política não presta” ou “quem entra na política se corrompe”. São estereótipos que vamos repetindo e não resolvemos nada. Somos todos responsáveis pelo bem comum. Não podemos fugir dessa responsabilidade. Temos uma condição de cidadãos. Somos, portanto, essencialmente políticos.

Por que tantos padres têm se candidato, mesmo com a posição oficial contrária da Igreja?
Eu diria que é uma forma de fugir do próprio ministério. E é por isso que padres não devem se candidatar: porque temos um ministério religioso a exercer, uma função muito própria. Ser político não é uma atividade compatível com a vida sacerdotal.

E, mesmo se candidatar, padre pode fazer campanha ou pedir voto?
Os templos católicos não são currais nem comitês eleitorais. Não se pode fazer política partidária nas celebrações ou nos movimentos religiosos. Claro que o padre pode e deve falar de política, dos problemas sociais que afetam as pessoas. Deve também oferecer elementos para que os fiéis façam seu discernimento, mas nunca impor ou decidir por eles.

Católico tem que votar em católico?
Não. Nossa orientação é para que se vote em sintonia com valores e princípios que defendemos. Valores cristãos, entre eles a defesa da família e da vida e o conceito de política como conceito. Isso, sim, é fundamental. Temos critérios claros que nos ajudam a escolher. Se o candidato tem bandeiras que se opõem a eles, evidentemente caberá ao católico decidir. Mas não há acepção de pessoas.

Qual será o peso, nestas eleições, de temas como aborto e casamento de pessoas entre o mesmo sexo?
Acredito que um peso pequeno, até porque todos já sabem a posição da Igreja, e as campanhas não focam somente nesses assuntos. Mas é claro que, quando questionado, é importante que o candidato diga o que pensa. Se ele se disser favorável ao aborto, por exemplo, é evidente que os católicos já têm aí um elemento a mais para fazer a escolha. O eleitor tem que agir de maneira coerente com a fé que professa. Não se espera que ele assuma uma posição em favor de um partido ou de um candidato de valores contrários.

A Igreja teve um papel fundamental na Lei da Ficha Limpa. Ver candidatos condenados disputando as eleições não dá a impressão de “serviço pela metade”?
Muitos foram impossibilitados de entrar na corrida eleitoral por causa da lei. Está muito claro que candidatos condenados não podem participar do pleito. Um político condenado não tem nem credibilidade para se apresentar em público e pedir voto. Mas é a Justiça que deve impedi-los, não a Igreja.

Quando a Igreja se aproxima de questões políticas, ela não fere as premissas de Estado laico?
Não, porque a Igreja não pode estar confinada ao templo nem ter a sua participação na sociedade reduzida às celebrações litúrgicas. A Igreja está inserida no mundo, faz parte dele. Claro que com uma missão religiosa e espiritual bem definida, porém sem se fechar às outras dimensões do ser humano, incluindo a política.

Falta uma bancada católica mais forte no Congresso?
Não precisamos de bancada católica, não precisamos criar essa divisão. O católico, político ou não, é convidado a defender os valores cristãos, humanos e éticos onde ele estiver. A fé é um guia pessoal. Os católicos eleitos pelo povo sabem que devem agir de maneira coerente com seus princípios. Mas isso deve ocorrer de uma maneira muito natural.

Por que a Igreja perdeu peso na participação das discussões políticas do país?
Decisões políticas cabem aos políticos, não à Igreja. Estamos convictos de que os valores que defendemos são para o bem da sociedade e do povo. Não formamos bancadas para defender nossos interesses. Repito: espera-se que o político de fé exerça o mandato de maneira coerente com os seus próprios princípios. Não é para atender privilégios da Igreja.

O senhor esteve pelo menos três vezes com a presidente Dilma Rousseff ao longo do mandato dela, inclusive na semana passada. O governo Dilma agradou à Igreja?
Respeitamos todos os governos. O contato com ela foi, digamos, pouco, mas caberá ao eleitor votar e mantê-la ou não no cargo. Quem vai decidir é o cidadão, não a Igreja.

Qual o principal desafio de quem subir a rampa do Palácio do Planalto em 1º de janeiro próximo?
Temos um problema grave: falta um projeto de nação. Qual o nosso projeto? E quais as propostas para se chegar a ele? Se não decidir isso, ficamos assim: desenvolvendo iniciativas pontuais aqui e acolá, e só. A reforma política é urgente, até para dar condições às outras reformas. Outro ponto bastante importante é que o governo mantenha uma estabilidade econômica, evitando o retorno da inflação. Também é necessário investir mais em educação.

“Tentamos encorajar os eleitores. Não se pode continuar com aquele pensamento de que ‘política é coisa de ladrão e corrupto’. Somos todos responsáveis pelo bem comum. Somos, portanto, essencialmente políticos”

“Temos um problema grave: falta um projeto de nação. Qual o nosso projeto? E quais as propostas para se chegar a ele? Se não decidir isso, ficamos assim: desenvolvendo iniciativas pontuais aqui e acolá, e só”