Confira 18 links para aprender (ou praticar) idiomas de graça

Confira aplicativos, cursos online e podcasts para aprender novas línguas. Lista inclui inglês, espanhol, alemão, chinês, italiano e francês.

Curso Preparatório para Concursos Públicos é composto por 15 videoaulas e cinco videoconferências

O nível de proficiência da população brasileira em outros idiomas continua baixo. Segundo um levantamento feito pela Michael Page, empresa de recrutamento, apenas 25% dos profissionais contratados pela empresa em 2014 falavam espanhol fluente ou apresentavam um nível avançado no idioma. Em outras línguas a situação é ainda pior: apenas 3% conseguem se comunicar em francês, 2% em alemão e 0% em chinês.

No currículo, o inglês não é mais considerado um diferencial. "No mercado de trabalho atual, o conhecimento do inglês é quesito eliminatório nos processos seletivos", diz Fábio Cunha, gerente executivo da Michael Page. Em relação a cargos executivos, 80% das vagas demandam conhecimento de inglês. Um segundo idioma é, portanto, um diferencial valorizado pelas empresas. "Um bom repertório em outros idiomas, muitas vezes, pode demonstrar uma habilidade comunicativa do candidato", diz Cunha.

Além disso, a fluência em outros idiomas pode impactar no holerite. Segundo pesquisa salarial da empresa de consultoria Catho, o inglês no currículo de profissionais juniores, plenos e sêniores pode aumentar em até 81,79% o salário em comparação a profissionais que não falam o idioma. No nível de gerência, o aumento é de 64,35%.

Rollemberg, o não tão bem amado assim e o seu Paraguaçu


Não é de hoje que ouvimos dizer que a vida imita a arte. Bom quando a arte faz rir e enriquece culturalmente um povo. Quando não, a arte é trágica.

Analisando a novela do anúncio dos novos administradores regionais, com as mudanças nas regionais administrativas, as frustrações pessoais e, mais grave, de grande maioria das comunidades, as traições, novamente à grande parte da população, promessas não cumpridas, compromissos não honrados, invenção meio bufa e meio trágica de um parlamentarismo com a concentração de poderes em mãos de um fofão(no sentido feio mesmo e assustador) de 1º ministro sem votos, um secretariado de 23 nomes com 18 “ungidos” no gabinete do “1º ministro fofão”, e mais alguns elementos característicos dos melhores roteiros de uma boa novela, daquelas que bem satirizam a vida das piores e das melhores cortes, fiz uma viagem no tempo e conseguindo me livrar, com muita insistência, confesso, do formato mexicano de novela, caí em O Bem Amado, do genial Dias Gomes.

Para entenderam a minha escolha, sugiro aos mais jovens buscarem apenas poucos capítulos da novela e já irão compreender o que afirmo. Como em releituras de grandes obras a imaginação rola solta, e para criar mais suspense imagine-se que neste o bem amado, o coronel não estaria, pelo menos no momento, tão bem amado assim e, não seria o próprio o Paraguaçu. Para este papel foi escalado um ator, com o mesmo nome, para interpretar o papel de mandatário da região mais rica dessa Sucupira.

Jovem síndico profissional

O Síndico

Paulo Roberto Melo é um Síndico Profissional preparado para administrar condomínios dos mais diversos padrões e níveis de complexidade. A sua experiência permite solucionar todas as situações de gestão condominial. Sua história começou por acaso em dezembro de 2011, quando assumiu o Condomínio Edifício Anya, sendo que no 1º semestre de 2012 vendo a necessidade de especialização conseguiu a criação do curso de formação de síndicos oferecido pela administração de Brasília, com essa ideia ele fez o curso sendo aluno destaque, se tornou coordenador do curso já na segunda turma é fez outras seis turmas do curso como coordenador formando mais de mil pessoas nos cursos de formação para síndicos. Participou de vários cursos, palestras e eventos relacionados com administração de condomínios, destacando-se no Encontro Nacional de Administração de Condomínios em Salvador em 2012 e Brasília em 2013, quando ganhou o prêmio DESTAQUE de 2012, pela implantação em seu condomínio o Projeto Eco Óleo. Atualmente é presidente da Associação de Síndicos e Subsíndicos do Distrito Federal e Região Metropolitana - ASSOSÍNDICOS/DF, hoje associação importante no DF que já conta com aproximadamente três mil síndicos associados por livre espontânea vontade, na ASSOSÍNDICOS/DF ele lançou é está em funcionamento mais de 18 programas que beneficia do síndico aos funcionários de condomínios. Paulo atua hoje no Condomínio do Edifício Anya na Asa Sul e no Condomínio do Edifício Athenas em Taguatinga.




Vantagens de eleger um síndico profissional


A principal vantagem em eleger um síndico profissional é a imparcialidade, não havendo envolvimento com vizinhos e empregados, outra vantagem é que não existe vinculo empregatício, tratando-se de uma eleição em assembleia ordinária ou extraordinária nos mesmos moldes como se fosse um condômino, apenas assumindo uma postura profissional.


Acompanhamento diário da vida condominial em tempo hábil.


Elaboração de normas de normas de segurança e treinamento de pessoal.


Redução de despesas condominiais.


Acompanhamento do trabalho da Administradora.


Filosofia
Promover a qualidade de vida colaborando para uma convivência mais humana e harmoniosa. Sua meta é tornar mais segura, econômica e agradável á vida condominial.


Responsabilidade e compromisso com os condôminos
Tem profundo respeito pelo patrimônio dos condôminos, não faz concessões que coloquem em risco este patrimônio e trabalha qualificando processos e pessoas para garantir o cumprimento deste compromisso.


Valorizando o ser Humano o 
Condôminos, prestadores de serviço, equipe funcional das administradoras de condomínio recebem todo seu respeito e cordialidade.


Negociação
O Síndico Profissional consegue negociar produtos e serviços, obtendo resultados compensadores para os condôminos.


Prerrogativas
Desenvolver novas ideias, para que sejam ouvidas, debatidas. Observando que a criatividade aliada à experiência é o segredo da liderança e do sucesso.


Experiência
A experiência profissional permite um planejamento e controle das contas.


Manutenção preventiva a 
Os condomínios devem fazer a manutenção preventiva da estrutura, que é realizada periodicamente por um profissional da área.


Administração
A administração feita por um síndico profissional gera mais economia, com mais organização financeira para o condomínio evitando cotas extras.


Manutenção preventiva a 
Os condomínios devem fazer a manutenção preventiva da estrutura, que é realizada periodicamente por um profissional da área.



Redução de despesas condominiais
Avaliando o balancete do condomínio, e apurando todas as despesas e desenvolvendo um plano de redução de cada uma delas.


Legislação

A lei 4591/64, que regula o funcionamento global dos condomínios e, após Janeiro/2003, o Novo Código Civil, deu amparo ao exercício da função de síndico profissional, como pode ser visto no seu artigo 1347, onde está especificado, “A Assembleia escolherá um síndico, que poderá não ser condômino, por prazo não superior a dois anos, o qual poderá renovar-se”. Desta forma a Assembleia Geral do Condomínio, pode perfeita e legalmente atribuir a terceiros as responsabilidades da função de síndico, desobrigando que um condômino assuma a função de síndico, contribuindo para que nas assembleias de eleição de síndico, ninguém fique com a preocupação de assumir sem ter a mínima vontade e responsabilidade que a função exige.


Pulo Roberto Melo Síndico Profissional
PRM Síndico Profissional
Síndico Profissional DF



Síndico Profissional BSB

Mais saúde à mesa dos brasileiros

Mais da metade dos brasileiros (50,8%) estão acima do peso ideal e, destes, 17,5% são obesos. De acordo com dados da pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico de 2013, os números são 19% e 48%, respectivamente, superiores aos registrados em 2006. A obesidade é considerada fator de risco para doenças crônicas como diabetes e hipertensão e para alguns cânceres.

Baseado no dados, o Ministério da Saúde lançou ontem o Guia Alimentar para a População Brasileira. A pasta produziu um documento sugerindo ao brasileiro dar preferência a uma alimentação caseira e fresca, além de evitar produtos ultraprossessados, como salgadinhos de pacotes, macarrão instantâneo e refrigerantes. A publicação tem 152 duas páginas e será distribuída em escolas e unidades de saúde. O ministério também dispobilizou uma versão on-line no site.

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, ressaltou que a obra tem linguagem acessível. “O guia se transforma cada vez mais em um instrumento de educação para a alimentação saudável”, disse. “Ele passa a ser um manual que prioriza a qualidade dos alimentos ingeridos. Não há mais, por exemplo, uma predefinição de porções”, disse o ministro referindo-se ao formato das orientações anteriores, que trabalhava com grupos alimentares e porções recomendadas de carboidratos e proteínas.

Lançado em 2006, o primeiro guia era de difícil compreensão mesmo para profissionais de saúde, de acordo com o ministro. Desta vez, a publicação é ilustrada e de linguagem mais clara. O guia também valoriza, de acordo com Chioro, os hábitos culturais dos brasileiros. O prato mais comum na mesa dos brasileiros — com arroz, feijão, salada e uma carne — foi bem recomendado pela pasta. A restrição é mais pelo modo de preparo. Orienta-se que a utilização de óleo, gordura, sal e açúcar seja sempre em pequenas quantidades.

CNBB organizara debate de presidenciáveis

O Brasil carece de um “projeto de nação”, no entender do presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Raymundo Damasceno. A pouco mais de duas semanas do debate de presidenciáveis organizado pela entidade — marcado para o próximo dia 16, em Aparecida (SP) —, o cardeal concedeu uma entrevista exclusiva e disse que não adiantam iniciativas isoladas por parte de quem está à frente do país. “Temos um problema grave: falta um projeto de nação”, disparou, evitando críticas diretas ao atual governo.

Reafirmando a postura neutra da Igreja na corrida eleitoral, dom Damasceno avaliou que teve “pouco contato” com a presidente Dilma ao longo do mandato e lembrou que o eleitor é livre para fazer as próprias escolhas. “Não há acepção de pessoas”, pontuou, quando perguntado sobre se há orientação para que católicos votem em candidatos da mesma religião. “A orientação é para que se vote em sintonia com valores e princípios que defendemos”, acrescentou.

O presidente da CNBB não acredita que temas como aborto e casamentos entre pessoas do mesmo sexo tenham um peso grande nestas eleições. “Todos já sabem o que a Igreja pensa”, justificou ele, que também cobrou coerência dos “políticos de fé”. De maneira firme, dom Damasceno, amigo do papa Francisco, afirmou que a Igreja Católica não se preocupa em fortalecer bancada no Congresso Nacional. “Não precisamos dessa divisão”, sublinhou. Confira os principais trechos da entrevista, em que o cardeal também critica os padres candidatos e o desrespeito à Lei da Ficha Limpa.

A Igreja Católica, mesmo que não oficialmente, tem candidato a presidente da República?
Não. A Igreja respeita a liberdade do eleitor e convida as pessoas de fé a não terem medo da política.

Mas há preferências. Não existe um candidato que se encaixe melhor nesse perfil?
Não assumimos posição político-partidária. O que temos tentado fazer é encorajar os eleitores. Não se pode continuar com aquele pensamento de que “política é coisa de ladrão e corrupto”, “política não presta” ou “quem entra na política se corrompe”. São estereótipos que vamos repetindo e não resolvemos nada. Somos todos responsáveis pelo bem comum. Não podemos fugir dessa responsabilidade. Temos uma condição de cidadãos. Somos, portanto, essencialmente políticos.

Por que tantos padres têm se candidato, mesmo com a posição oficial contrária da Igreja?
Eu diria que é uma forma de fugir do próprio ministério. E é por isso que padres não devem se candidatar: porque temos um ministério religioso a exercer, uma função muito própria. Ser político não é uma atividade compatível com a vida sacerdotal.

E, mesmo se candidatar, padre pode fazer campanha ou pedir voto?
Os templos católicos não são currais nem comitês eleitorais. Não se pode fazer política partidária nas celebrações ou nos movimentos religiosos. Claro que o padre pode e deve falar de política, dos problemas sociais que afetam as pessoas. Deve também oferecer elementos para que os fiéis façam seu discernimento, mas nunca impor ou decidir por eles.

Católico tem que votar em católico?
Não. Nossa orientação é para que se vote em sintonia com valores e princípios que defendemos. Valores cristãos, entre eles a defesa da família e da vida e o conceito de política como conceito. Isso, sim, é fundamental. Temos critérios claros que nos ajudam a escolher. Se o candidato tem bandeiras que se opõem a eles, evidentemente caberá ao católico decidir. Mas não há acepção de pessoas.

Qual será o peso, nestas eleições, de temas como aborto e casamento de pessoas entre o mesmo sexo?
Acredito que um peso pequeno, até porque todos já sabem a posição da Igreja, e as campanhas não focam somente nesses assuntos. Mas é claro que, quando questionado, é importante que o candidato diga o que pensa. Se ele se disser favorável ao aborto, por exemplo, é evidente que os católicos já têm aí um elemento a mais para fazer a escolha. O eleitor tem que agir de maneira coerente com a fé que professa. Não se espera que ele assuma uma posição em favor de um partido ou de um candidato de valores contrários.

A Igreja teve um papel fundamental na Lei da Ficha Limpa. Ver candidatos condenados disputando as eleições não dá a impressão de “serviço pela metade”?
Muitos foram impossibilitados de entrar na corrida eleitoral por causa da lei. Está muito claro que candidatos condenados não podem participar do pleito. Um político condenado não tem nem credibilidade para se apresentar em público e pedir voto. Mas é a Justiça que deve impedi-los, não a Igreja.

Quando a Igreja se aproxima de questões políticas, ela não fere as premissas de Estado laico?
Não, porque a Igreja não pode estar confinada ao templo nem ter a sua participação na sociedade reduzida às celebrações litúrgicas. A Igreja está inserida no mundo, faz parte dele. Claro que com uma missão religiosa e espiritual bem definida, porém sem se fechar às outras dimensões do ser humano, incluindo a política.

Falta uma bancada católica mais forte no Congresso?
Não precisamos de bancada católica, não precisamos criar essa divisão. O católico, político ou não, é convidado a defender os valores cristãos, humanos e éticos onde ele estiver. A fé é um guia pessoal. Os católicos eleitos pelo povo sabem que devem agir de maneira coerente com seus princípios. Mas isso deve ocorrer de uma maneira muito natural.

Por que a Igreja perdeu peso na participação das discussões políticas do país?
Decisões políticas cabem aos políticos, não à Igreja. Estamos convictos de que os valores que defendemos são para o bem da sociedade e do povo. Não formamos bancadas para defender nossos interesses. Repito: espera-se que o político de fé exerça o mandato de maneira coerente com os seus próprios princípios. Não é para atender privilégios da Igreja.

O senhor esteve pelo menos três vezes com a presidente Dilma Rousseff ao longo do mandato dela, inclusive na semana passada. O governo Dilma agradou à Igreja?
Respeitamos todos os governos. O contato com ela foi, digamos, pouco, mas caberá ao eleitor votar e mantê-la ou não no cargo. Quem vai decidir é o cidadão, não a Igreja.

Qual o principal desafio de quem subir a rampa do Palácio do Planalto em 1º de janeiro próximo?
Temos um problema grave: falta um projeto de nação. Qual o nosso projeto? E quais as propostas para se chegar a ele? Se não decidir isso, ficamos assim: desenvolvendo iniciativas pontuais aqui e acolá, e só. A reforma política é urgente, até para dar condições às outras reformas. Outro ponto bastante importante é que o governo mantenha uma estabilidade econômica, evitando o retorno da inflação. Também é necessário investir mais em educação.

“Tentamos encorajar os eleitores. Não se pode continuar com aquele pensamento de que ‘política é coisa de ladrão e corrupto’. Somos todos responsáveis pelo bem comum. Somos, portanto, essencialmente políticos”

“Temos um problema grave: falta um projeto de nação. Qual o nosso projeto? E quais as propostas para se chegar a ele? Se não decidir isso, ficamos assim: desenvolvendo iniciativas pontuais aqui e acolá, e só”


Movimento fica Frei Geraldo

A convivência dentro da casa de Deus aproximou pároco e comunidade de tal forma que não se trata apenas de pessoas comprometidas com a fé, mas também de bons amigos. Há seis anos, o frei Geraldo D’Abadia Pires Maciel, 47 anos, está à frente da Paróquia Nossa Senhora do Carmo, na 913 Sul e, além de iniciar a reforma da igreja, restaurou os laços que unem os fiéis que a frequentam. Disso, resultou respeito e admiração, destacados por todos que falam sobre o frade. O bem-querer ao religioso é tão forte que os paroquianos preparam uma campanha para pedir a permanência do frade, designado pela Ordem dos Carmelitas, à qual pertence, para um ano sabático. 

A mobilização começou no sábado passado, com direito a protesto e noite em claro. A informação da saída do frei Geraldo foi descoberta por acaso, por meio do site da Arquidiocese de Brasília, onde constava cerimônia de posse do novo pároco da Nossa Senhora do Carmo. “Eu sou catequista e tenho acesso ao sistema com a programação de eventos da Arquidiocese. Lá, estava agendada a posse para 15 de agosto. Não sabia nem sequer que frei Geraldo estava saindo, muito menos que já tínhamos um substituto para ele. Eu não esperava que isso acontecesse agora”, conta a servidora pública Ana Cláudia Pereira de Jesus, 46 anos. Logo, a notícia do afastamento dele se espalhou, e a comunidade encomendou uma faixa — em amarelo e com letras tão grandes quanto a surpresa pela descoberta — para divulgar a insatisfação com a decisão do provincial, chefe da congregação aqui no DF. 

A medida é encarada como arbitrária pelos fiéis, como explica a coordenadora do Conselho Pastoral, Regina D’Arc Rodrigues Guedes, 52 anos. “Não fomos oficialmente comunicados da saída do frei. Ele deveria ficar aqui até 2017, de acordo com o Capítulo, a reunião do conselho dos carmelitas, realizado em janeiro deste ano. Como ex-provincial, ele poderia escolher um local para ficar por três anos. E escolheu aqui”, diz. No domingo, um grupo foi à porta da Casa Paroquial realizar uma vigília. “Frei Geraldo nos deu sentimento de pertença. Hoje, sabemos que nosso lugar é aqui, na Nossa Senhora do Carmo. Crescemos com a paróquia”, define a promotora de eventos Eneida Carbonell, 56. 

A atenção devotada aos fiéis é uma das marcas do frei, nascido em Unaí (MG). Ainda adolescente, ele conviveu com frades carmelitas na cidade, que o ensinaram a dirigir para ir às comunidades mais afastadas. Com eles, também aprendeu a ouvir atentamente o próximo. Assim, acolhe os anseios e espanta os medos, na avaliação da aposentada Regina Sbampato, 57 anos. “Eu o chamo de doutor frei. Ele me ajudou sempre que estive desesperada, sem saber o que fazer, como um psicólogo. Eu me lembro de dois episódios em que frei Geraldo foi fundamental: quando estava com problemas com meu filho e quando sofri assédio moral no local em que trabalhava, um dia antes de me aposentar. Ele me deu a mão, o pé e um pedação do coração”, resume. 

Se muito o frade doou, também muito recebeu, em carinho e aprendizado. “Amo minha comunidade, tanto que sei o nome de 90% dos paroquianos”, conta frei Geraldo. Ele afirma que quer permanecer na Nossa Senhora do Carmo para se dedicar às pastorais e à reforma do salão principal, mas o protesto por conta de sua saída já significa uma vitória. “Permanecendo ou não, o ganho é a união da comunidade. Eles terem se mobilizado é sinal de que se reconhecem, que estão comprometidos com os mesmos objetivos”, avalia. O religioso ainda não tem planos para as férias-prêmio que recebeu, mas deve aproveitar o tempo para se dedicar à contemplação, valor que o levou à congregação. “A ordem dos carmelitas me encantou pela relação entre contemplação e oração. O serviço que prestamos nasce de uma relação muito profunda com Deus”, explica. 

Vida de oração e silêncio
A Ordem do Carmo surgiu no século 11, na região do Monte Carmelo, na cidade de Haifa, em Israel. A congregação ganhou o conjunto de leis e regras em 1226, organizada por Santo Alberto, Patriarca de Jerusalém, e aprovada pelo Papa Honório III. A palavra carmelo significa jardim, em hebraico, e remete à história que deu origem à ordem. De acordo com a tradição, o profeta Elias, personagem bíblico do Antigo Testamento, foi morar em uma gruta, no Monte Carmelo, para ter uma vida de oração e silêncio. O hábito inspirou os primeiros carmelitas, que prezam pela meditação e reflexão sobre as questões do mundo e da fé. De Israel, a ordem se espalhou por outros países e chegou ao Brasil, em 1584, no período da colonização no país. Olinda, em Pernambuco, foi a primeira cidade a receber um convento carmelita.


"Frei Geraldo nos deu sentimento de pertença. Hoje, sabemos que nosso lugar é aqui, na Nossa Senhora do Carmo. Crescemos com a paróquia” Eneida Carbonell, 56 anos, paroquiana

"Permanecendo ou não, o ganho é a união da comunidade. Eles terem se mobilizado é sinal de que se reconhecem, que estão comprometidos com os mesmos objetivos”Frei Geraldo

Abertas as inscrições em cursos gratuitos oferecidos pelos programas Escola de Síndicos e Qualifica Condomínios da ASSOSÍNDICOS/DF

Aulas são ministradas por síndicos, advogados, contadores, administradores e engenheiros e abordam temas como legislação de condomínios, noções de contabilidade, noções de administração, engenharia, eventos e sustentabilidade.

Com o objetivo de apoiar a gestão do síndico e aumentar a profissionalização do síndico e funcionários de condomínios a Associação de Síndicos e Subsíndicos do Distrito Federal e Região Metropolitana  criou dois programas um voltado para a qualificação e profissionalização de síndicos e futuros síndicos profissionais chamado de “Escola de Síndicos”,  já o outro programa da associação é o “ Qualifica Condomínios” que visa a qualificação e requalificação de pessoas que trabalham ou que pretendem trabalhar em condomínios.

A associação oferece cursos gratuitos é está com as inscrições abertas para os cursos seguintes cursos:

Escola de Síndicos
Curso Básico de SÍNDICO.
Valor: CURSO GRATUITO.
Inscrições: www.assosindicosdf.com.br
Dias de aula: 20, 21, 22 E 23 DE AGOSTO.
Horário: DE 20 Á 22/08 DAS 19H ÁS 22H E NO DIA 23/08 DAS 08H30MIN ÁS 12H.
Local: AUDITÓRIO DO 7° BPM - BATALHÃO DA POLICIA MILITAR DO DISTRITO FEDERAL - EQSW 2/3 - ÁREA ESPECIAL - SUDOESTE - BRASÍLIA-DF.
Informações: 8115-3927 | 9993-9155 | 9665-5755 | 3027-2771 | 8422-5191 | 8101-1481 | 9346-8734

Curso de SÍNDICO PROFISSIONAL.
Valor: CURSO GRATUITO.
Dias de aula: 23, 30/08, 06, 13, 20, 27/09 E 04/09 DE 2014.
Horário: DAS 08H30MIN ÁS 12H.
Local: AUTO ESCOLA BALIZA CSA 01 LOTE 13 LOJA 01/02 TAGUATINGA SUL – AUTO ESCOLA BALIZA (AO LADO DA LOJAS AMERICANAS).
Informações: 8115-3927 | 9993-9155 | 9665-5755 | 3027-2771 | 8422-5191 | 8101-1481 | 9346-8734

Qualifica Condomínios
Curso AGENTE DE PORTARIA.
Valor: CURSO GRATUITO.
Inscrições: www.assosindicosdf.com.br
Dia de aula: 16 E 23 DE AGOSTO DE 2014.
Horário: DAS 08H30MIN ÁS 12H E DE 14 ÁS 18H.
Local: AUTO ESCOLA BALIZA CSA 01 LOTE 13 LOJA 01/02 TAGUATINGA SUL – AUTO ESCOLA BALIZA (AO LADO DA LOJAS AMERICANAS).
Informações: 8115-3927 | 9993-9155 | 9665-5755 | 3027-2771 | 8422-5191 | 8101-1481 | 9346-8734

Os cursos abrangem estratégias de segurança, motivação, regras de limpeza, estratégias de negociação, direito, eventos, sustentabilidade, noções de contabilidade, direito, eventos, organização, engenharia, entre outros temas. Os horários das aulas vão de 19h ás 22h15min e a carga horária varia de 25h/a á 90h/a.

O presidente da ASSOSÍNDICOS/DF, Paulo Roberto Melo afirma que a iniciativa são os programas de maior sucesso da associação. “Os programas Escola de Síndicos e Qualifica Condomínios são hoje os melhores programas da ASSOSÍNDICOS/DF e já formou cerca de 1300 pessoas em mais de cinco cursos, realizados em todas as regiões do DF, assim a nossa associação vai se firmando como uma entidade parceira do síndico e do funcionário do condomínio” avalia o presidente da associação.

Já o diretor de assuntos estratégicos da ASSOSÍNDICOS/DF, Ricardo Alvarenga diz que “esses cursos oferecidos pela ASSOSÍNDICOS/DF tem o melhor em professores e conteúdo que existe hoje no mercado brasileiro em disposição para os síndicos no DF” comentou o diretor.

O diretor de qualificação da ASSOSÍNDICOS/DF, Rômulo Rosa de Araújo, falou que a Escola de Síndicos da ASSOSÍNDICOS/DF é um dos melhores programas de educação de síndicos do  Brasil, “O síndico ou condômino que entrar na Escola de Síndicos, vai fazer um curso de qualidade que tem o certificado reconhecido pelo MEC como curso livre, além de ser uma oportunidade de qualificação para se colocar no mercado de trabalho em um mercado que pede cada vez mais qualificação e profissionalização” falou o diretor de qualificação.

A ex-aluna do Curso de Básico de Síndicos Pedroana Frazão, falou que o curso de síndicos ajudou muito ela na gestão do seu condomínio, “Com as palestras de direito e dos engenheiros pude saber mais sobre legislação e engenharia o que eu estou aplicando em meu condomínio” enfatizou a síndica.

O ex-aluno do Curso de Síndico Profissional, Fábio de Mesquita falou que o curso ajudou tanto ele que ele se tornou um síndico profissional, “Hoje sou síndico de três condomínios e estou muito bem pois, o curso da Escola de Síndicos me ajudou a ter o conhecimento para que eu possa administrar bem esses condomínios”, falou o hoje síndico profissional Fábio de Mesquita.

O ex-aluno do Curso de Agente de Portaria, Amarildo Costa Mota disse que fez o curso e em menos de um mês coseguiu o emprego de porteiro em condomínio, “Eu fiz o curso da ASSOSÍNDICOS/DF e em 22 dias consegui o emprego de Porteiro em um condomínio, com escala 12x36” falou o Porteiro Amarildo.

Se você está buscando uma vaga no mercado de trabalho ou um novo emprego, que tal fazer um curso Dos cursos oferecidos pela ASSOSÍNDICOS/DF e se preparar para entrar no mercado de trabalho.



 Informações: (61) 8115-3927 | 9993-9155 | 9665-5755 | 3027-2771 | 8422-5191 | 8101-1481 | 9346-8734